Foto de campanha - 2004
João Nelo de Oliveira iniciou sua trajetória política no ano de 2004, quando se candidatou ao cargo de Vereador no município de Touros/RN. Naquela eleição, seu nome apareceu na urna eletrônica como JOÃO NELO, utilizando o número 33.753, o que marcou oficialmente sua primeira participação no processo democrático como candidato.
Sua candidatura ocorreu pelo PMN – Partido da Mobilização Nacional, integrando a coligação formada pelo próprio partido. À época, João Nelo declarou como atividade profissional a categoria “Outros”, refletindo um perfil versátil e conectado às diversas demandas da comunidade local.
Nascido em 15 de junho de 1985, João Nelo concorreu ao pleito com escolaridade de nível médio incompleto e estado civil solteiro, características que evidenciam um jovem disposto a ingressar na vida pública e contribuir com o desenvolvimento do município desde cedo.
O pedido de registro de candidatura apresentado à Justiça Eleitoral foi deferido, confirmando que sua candidatura atendeu a todas as exigências legais previstas para o pleito. Ao final da eleição, João Nelo obteve 31 votos, resultado que, embora modesto em números, representou um importante passo inicial em sua caminhada política e no fortalecimento de sua participação cidadã.
Essa experiência marcou o início de sua atuação pública, reforçando seu interesse em compreender a realidade política, social e administrativa do município de Touros, além de ampliar seu compromisso com a comunidade e com a democracia.
Foto da urna eletrônica - 2004
Naquele período, João Nelo destacou que foi o candidato mais jovem do município de Touros, concorrendo ao cargo com apenas 19 anos de idade. Para ele, aquela candidatura representava a realização de um grande sonho e o início de uma caminhada movida pela esperança, pela vontade de fazer diferente e pelo desejo sincero de contribuir com a melhoria da cidade onde nasceu e cresceu.
Apesar da motivação e do entusiasmo, João Nelo reconheceu que não obteve êxito eleitoral. Segundo ele, essa experiência lhe ensinou uma importante lição: a vontade, por si só, não garante uma vitória política. Ele ressaltou que a realidade da política brasileira, especialmente em municípios pequenos, muitas vezes é bem diferente daquilo que se idealiza. Em sua reflexão, afirmou que, infelizmente, grande parte das vitórias acaba dependendo de práticas como a compra de votos, algo que ele sempre rejeitou e que nunca fez parte de seus princípios e de seu perfil pessoal. João Nelo enfatizou ainda sua convicção de que um dia esse cenário irá mudar, acreditando em uma política mais ética, consciente e baseada no compromisso verdadeiro com a população.
Durante a campanha, as dificuldades financeiras também foram um grande desafio. João Nelo relembrou que não havia recursos sequer para a confecção do material de divulgação, o que tornou o processo ainda mais árduo. Mesmo assim, não desistiu. Com muita simplicidade e esforço, os primeiros panfletos foram produzidos de forma artesanal, utilizando papel sulfite (ofício), demonstrando que a campanha foi construída com coragem, criatividade e determinação, mesmo diante da escassez de recursos.
Esses episódios marcaram profundamente sua trajetória, fortalecendo seu caráter, sua visão crítica sobre a política e seu compromisso com valores éticos, que seguem presentes em sua atuação pessoal e profissional até os dias atuais.
Foto de campanha - 2008
João Nelo de Oliveira deu continuidade à sua trajetória política no ano de 2008, quando voltou a se candidatar ao cargo de Vereador no município de Touros/RN. Naquela eleição, seu nome apareceu na urna eletrônica como JOÃO NELO, utilizando o número 10.234, reafirmando sua disposição em permanecer ativo no cenário político local e em dialogar diretamente com a população.
Sua candidatura foi realizada pelo PRB – Partido Republicano Brasileiro, por meio da coligação formada pelo próprio partido. À época, João Nelo declarou como atividade profissional estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, evidenciando seu compromisso com a formação acadêmica e o aprimoramento pessoal, conciliando os estudos com o interesse pela vida pública.
Nascido em 15 de junho de 1985, João Nelo concorreu ao pleito com ensino médio completo e estado civil solteiro, demonstrando evolução em sua formação em relação à candidatura anterior. O requerimento de registro de sua candidatura foi deferido pela Justiça Eleitoral, confirmando que todas as exigências legais foram devidamente cumpridas.
Ao final da eleição, obteve 31 votos, resultado que, embora não tenha sido suficiente para a eleição, representou mais uma experiência significativa em sua caminhada política. Essa participação reforçou seu aprendizado sobre o processo democrático, ampliou sua vivência política e consolidou seu entendimento sobre os desafios e as responsabilidades de quem se dispõe a representar a população.
Foto da urna eletrônica - 2008
Em 2008, João Nelo decidiu mais uma vez colocar seu nome à disposição da população e disputar novamente o cargo de vereador. No entanto, o resultado foi, novamente, uma derrota eleitoral. Segundo ele, essa nova experiência reforçou um aprendizado já percebido anteriormente: apenas apresentar propostas políticas não é suficiente para vencer uma eleição, sobretudo em cidades pequenas, onde a dinâmica política ainda é fortemente marcada pela lógica do “toma lá, dá cá”.
João Nelo destacou que, naquele contexto, a política local não se baseava prioritariamente em ideias, projetos ou compromissos com o futuro da cidade, mas em práticas que distorcem o verdadeiro sentido da democracia. Mesmo consciente dessa realidade, manteve sua postura ética e fiel aos seus princípios, optando por não aderir a práticas que não condizem com seus valores pessoais.
Na campanha de 2008, houve uma pequena melhoria em relação à anterior. O panfleto utilizado naquele ano apresentou uma qualidade um pouco melhor, graças a uma doação recebida, o que possibilitou um material de divulgação mais organizado. Ainda assim, as limitações financeiras continuaram evidentes. A segunda imagem da campanha registrava a foto da urna eletrônica, simbolizando mais uma tentativa de participação democrática.
João Nelo também ressaltou que sua condição pessoal e financeira praticamente não havia mudado desde a eleição de 2004. Prova disso é que, na candidatura de 2008, utilizou a mesma fotografia da eleição anterior para a urna eletrônica, evidenciando as dificuldades enfrentadas, mas também a perseverança e a coragem de continuar acreditando na política como instrumento de transformação social.
Essas vivências contribuíram de forma decisiva para sua maturidade política, fortalecendo sua visão crítica, seu senso de responsabilidade e seu compromisso com uma política mais justa, consciente e transparente.
João Nelo de Oliveira voltou a disputar o cargo de Vereador no município de Touros/RN no ano de 2012, dando continuidade à sua trajetória política marcada pela persistência e pelo compromisso com a vida pública. Naquele pleito, seu nome apareceu na urna eletrônica como PROFESSOR JOÃO NELO, utilizando o número 10.123, evidenciando uma nova fase de sua caminhada, agora diretamente ligada à educação.
Sua candidatura foi realizada pelo PRB – Partido Republicano Brasileiro, integrando a coligação PRB / PTB / PR / PPS – Touros Seguindo em Frente, que reunia diferentes forças políticas com o objetivo de apresentar uma proposta alternativa para o município. Nesse momento, João Nelo já atuava profissionalmente como Professor do Ensino Fundamental, função que passou a nortear ainda mais sua visão política e social, especialmente no que diz respeito à educação, à formação cidadã e às oportunidades para crianças e jovens.
Nascido em 15 de junho de 1985, concorreu à eleição com ensino médio completo e estado civil casado, demonstrando também mudanças importantes em sua vida pessoal desde as campanhas anteriores. O requerimento de registro de candidatura foi deferido pela Justiça Eleitoral, confirmando que todos os critérios legais foram atendidos.
Ao final da apuração, João Nelo obteve 33 votos, um número ligeiramente superior ao das eleições anteriores, o que simbolizou o reconhecimento, ainda que discreto, de seu trabalho, de sua postura ética e de sua atuação como educador. Mesmo não alcançando a eleição, essa candidatura representou um marco em sua trajetória, pois consolidou sua identidade pública como professor comprometido com a transformação social e com o desenvolvimento do município de Touros.
Foto da urna eletrônica - 2012
Em 2012, João Nelo revelou que já não carregava o mesmo entusiasmo das candidaturas anteriores. Naquele momento, ele tinha plena consciência das dificuldades enfrentadas nas eleições anteriores e já entendia que não era mais possível continuar se arriscando, especialmente diante da realidade política vivenciada até então. Ainda assim, o que o levou novamente a colocar seu nome à disposição foi a insistência e o incentivo de diversos correligionários, que acreditavam em sua postura, em sua história e em seu potencial de representação.
Mesmo com essa nova tentativa, o resultado foi mais uma derrota eleitoral. Para João Nelo, essa experiência confirmou aquilo que ele já vinha amadurecendo ao longo do tempo: a política local continuava distante do debate de ideias, da valorização das propostas e do compromisso coletivo, tornando o caminho ainda mais difícil para quem escolhe atuar com ética e coerência.
Na campanha de 2012, o material de divulgação seguiu o padrão simples das campanhas anteriores. Na primeira imagem, estava o panfleto utilizado durante a campanha, representando o esforço em dialogar com a população apesar das limitações. Já a segunda imagem registrava a foto da urna eletrônica, símbolo de mais uma participação no processo democrático e do encerramento de um ciclo marcado por tentativas, aprendizados e amadurecimento político.
Essa candidatura acabou sendo decisiva para consolidar uma reflexão profunda sobre os rumos de sua vida pública, reforçando a certeza de que sua contribuição à sociedade poderia se dar de outras formas, especialmente por meio da educação, do trabalho comunitário e do serviço prestado diariamente à população.
Vídeo em Boa Cica - 2008
Em um dos registros mais marcantes de sua trajetória política, João Nelo destacou um vídeo que retrata a caminhada política realizada no distrito de Boa Cica, no município de Touros. As imagens mostram o encontro com moradores da comunidade no dia 06 de setembro de 2012, em um momento de diálogo direto e escuta popular. Na ocasião, estiveram presentes a candidata a prefeita Luciana, a candidata a vice-prefeita Teté, além de outros candidatos a vereador, todos reunidos com a população local. O vídeo foi editado por Carlos Oficial, coordenador da campanha e amigo pessoal de João Nelo, que acompanhou de perto todo o processo.
Ao refletir sobre os rumos de sua vida política, João Nelo ressaltou que, em 2016, decidiu não mais se candidatar a cargos eletivos. Segundo ele, essa decisão foi fruto de uma análise madura da realidade política local, chegando à conclusão de que a sociedade tourense, em grande parte, acaba elegendo os chamados “barões da cidade”, o que dificulta o avanço de candidaturas pautadas exclusivamente em propostas, ética e compromisso social.
Apesar disso, João Nelo fez questão de afirmar que não se arrepende de nenhuma das vezes em que foi candidato. Pelo contrário, destacou que essas experiências lhe permitiram conhecer profundamente o município, criar laços com inúmeras pessoas e ampliar seu conhecimento sobre a realidade social de Touros. Todo esse aprendizado contribuiu de forma decisiva para que, em 2015, fosse eleito o terceiro conselheiro tutelar mais bem votado do município de Touros, alcançando 730 votos, um reconhecimento significativo de sua atuação, credibilidade e compromisso com a comunidade.
Campanha ao conselho 2015
João Nelo de Oliveira sempre destacou que a política fez parte de sua vida desde cedo. Para ele, política é, acima de tudo, a arte de governar, um instrumento legítimo por meio do qual se administra uma cidade, um estado ou um país, com o objetivo de promover organização social e garantir melhores condições de vida para os cidadãos. Em sua visão, quando bem exercida, a política é capaz de gerar justiça social, desenvolvimento, acesso à saúde, educação de qualidade e dignidade para o povo.
João Nelo reconhece que muitas pessoas evitam falar sobre política e que outras chegam a associá-la a algo negativo ou até ao “diabo”. No entanto, ele discorda firmemente dessa interpretação. Para fundamentar sua posição, cita o texto bíblico de Provérbios 11:11, que afirma: “Pela bênção que os retos suscitam, a cidade se exalta…”. Para ele, essa passagem deixa claro que uma cidade cresce quando é governada com retidão, justiça e compromisso com o bem comum. Assim, não se pode afirmar que a política seja algo maligno em si. O que Deus não aprova, segundo João Nelo, são práticas como o descaramento, a sujeira moral, a corrupção, a mentira, o roubo e a falta de ética — males que, infelizmente, acabam sendo confundidos com a própria política. Ele também ressalta que a palavra “política” não aparece literalmente na Bíblia, mas seus princípios estão presentes em diversos ensinamentos.
Ainda segundo João Nelo, grande parte do Antigo Testamento mostra Deus orientando seu povo a conquistar territórios e governá-los com justiça e temor. Para ele, todo líder, por força do ofício, acaba exercendo um papel político no verdadeiro sentido da palavra. Moisés, por exemplo, mesmo tendo ligação com o governo egípcio, sentiu o chamado para libertar seu povo e, mais tarde, organizá-lo como uma grande nação. José do Egito foi um governador sábio e exemplar, reconhecido por sua competência administrativa. Neemias, por sua vez, negociou, liderou e voltou do cativeiro com a missão de reconstruir não apenas os muros, mas também a organização política e espiritual do povo. Para João Nelo, todos esses exemplos demonstram que governar com justiça é um ato legítimo e necessário.
Mesmo após experiências eleitorais anteriores, em 2020 João Nelo decidiu insistir mais uma vez e se candidatou ao cargo de Vereador no município de Touros/RN, agora pelo PL – Partido Liberal. Natural de São José do Campestre/RN, nascido em 15 de junho de 1985, ele tinha 35 anos à época da candidatura. Seu número de campanha foi 22.400, com o nome de urna João Nelo da Lan House. Filiado ao PL (22), declarou ocupação de comerciante, cor branca, estado civil casado e sexo masculino. Sua candidatura foi considerada apta e deferida, estando plenamente regular perante a Justiça Eleitoral.
Para João Nelo, cada candidatura representou aprendizado, amadurecimento e fortalecimento de sua consciência política, reafirmando sua crença de que a política, quando exercida com ética, fé, responsabilidade e compromisso social, continua sendo um dos caminhos mais importantes para transformar realidades e servir ao povo.
Foto da urna eletrônica - 2020
Escolha de nossos vereadores: pela capacidade ou pelo poder aquisitivo?
Nossos vereadores tem a responsabilidade de nos representar pelos próximos 4 anos, por isso a importância de escolher nossos representantes através do voto consciente, devemos analisar o currículo, o perfil, a conduta, o trabalho prestado na sociedade, além dos princípios e dos valores dos candidatos, são essenciais para uma boa atuação no legislativo.
As eleições municipais deste ano comprovaram o que todos nós já sabemos, infelizmente para escolher os nossos vereadores não precisa observar a capacidade do candidato, é preciso que o candidato tenha um alto poder aquisitivo para determinar quem nos representarar pelos próximos 4 anos, são vários os candidatos que tem todos os requisitos para ser um bom legislador, porém, sociedade não aceita, sabem por que? Porque não tem um alto poder aquisitivo para suprir suas necessidades pessoais.
Fiz uma campanha honesta e transparente, elaboramos projetos e em três meses de caminhada, casa a casa pela cidade e pelos distritos, apresentamos nossas propostas, utilizei das redes sociais para mostrar uma série de vídeos, mostrando nossa realidade, reivindicando o melhor para Touros.
Fui muito criticado pelos vídeos que fiz, cidadãos que se dizem politizados e formados invertendo os valores, distorcendo as atribuições de um vereador, alegando que mostrar a realidade não é papel de um candidato a vereador. Sabem por que? Porque é um cidadão alienado e preso a um candidato a vereador reeleito, que não me representa e nem tão pouco representa a nossa sociedade. Afinal, qual o papel de um vereador? Não seria fiscalizar, criar e aprovar projetos de lei?
A sociedade reclama três anos e meio dos políticos, no ano da eleição municipal, eles tem a oportunidade de substituir os velhos pelos novos, porém, nas vésperas da eleição, é notório o quanto uma parcela da sociedade é corrupta. Eu particularmente recebi muitas ligações, mensagens de whats e visitas em minha casa, com pedidos dos mais variados possíveis, como: cimento, tijolo, telha, exames, equipamentos eletrônicos (notebook), etc.
O pior de todos, foi quando recebi um ligação de uma aluna de pedagogia me pedindo R$ 600,00 reais por 6 votos e ainda me disse que sua família vendia votos, que só votava por dinheiro.
Até familiares, cristãos e amigos mentiram e me tentaram me vender o voto, pensei que os políticos eram corruptos, na verdade as pessoas que são, isso foi visto um dia antes da eleição, muitos nas portas, esperando quem daria mais, como se fosse um leilão, uma triste realidade.
Um dia após o pleito, as máscaras começaram a cair, foi visto nas redes sociais eleitores que afirmaram com toda propriedade que votavam comigo, comemorando a vitória de seus vereadores (de fato) e outros chegaram no meu comércio totalmente desconfiados.
Em quatro campanhas para vereador que participei, não sei se tenho mais estômago para mais uma. O bom da eleição é que através dela é possível descobrir quem é quem, as pessoas correm para os seus próprios interesses, na verdade as pessoas gostam da minha utilidade e não da minha pessoa.
O que me restou foi o aprendizado.
João Nelo da Lan House









2 comentários:
vc está mentindo moisés nunca foi e nem teve vontade de ser político ele foi escolhido pelo senhor pra liberta seu povo e ele nem queria ser o escolhido pq ele ñ sabia falar entre mutidões
Meu caro, compreendo a sua interpretação, porém, tenho a minha interpretação, e lógico que na época não existia política partidária, mas, a política em se, já existia, e Moisés foi um exemplo de político para o seu povo.
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