Hoje, 29/08/2019 as 00:01 pelas normativas da Comissão Especial Eleitoral do Processo de Escolha Unificado do Conselho Tutelar inicia o período de campanha, ou seja, o período em que os 25 candidatos habilitados a concorrer a 5 vagas de conselheiros tutelares para a gestão 2020-2024 do município de Touros poderão divulgar seus números para que os eleitores no dia 06 de outubro de 2019, entre as 8h00 e as 16h00 possam votar em 5 candidatos que apresentem as condições necessárias para assumir a função pleiteada. Eu, João Nelo escolhi o nome social de “João Nelo da Lan House” e a frase “experiência faz a diferença” para me apresentar a sociedade tourense como candidato a reeleição, meu número é o 26 e peço um voto de confiança para continuar o trabalho desenvolvido no decorrer do meu primeiro mandato, em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes do nosso município.
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quinta-feira, 29 de agosto de 2019
domingo, 25 de agosto de 2019
VI Edição Festival Cultural reunirá atendidos pela LBV no RN

A Legião da Boa Vontade – LBV promove em suas unidades ações pautadas na área da promoção humana e social, por meio do Criança Futuro no Presente!. Uma dessas iniciativas ocorrerá na manhã deste sábado, 24 de agosto, com a VI Edição Festival Cultural, onde reunirá crianças, jovens, adultos, idosos, voluntários e atendidos nos programas socioeducacional.
Esse momento lúdico e recreativo tem por iniciativa, o resgate a valorização da cultura popular, costumes, crenças e etnias, além de colocar em foco realidades de gerações. A programação festiva contará com a participação dos diversos grupos artísticos de dança contemporânea (teatro e frevo), balé (cultura nordestina), rodas de capoeira (maculelê), artes diversas, dança do coco e roda, xaxado, bumba-meu-boi, além do musical (cordel e baião).
O evento ocorrerá, às 9h 30, sábado 24 de agosto, na Escola Municipal Monsenhor Joaquim Honório, localizado a Rua: Presidente Mascarenhas, 768 no Bairro Alecrim. Informações: (84) 3613-1655
Amazônia em chamas
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Os focos de queimada na Amazônia chamaram a atenção nos últimos dias, principalmente após a fumaça negra atingir cidades do Sudeste do Brasil, como ocorreu na segunda-feira (19).
O número de focos registrados pelo Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já é o maior de janeiro a agosto em 7 anos. Em 2019, os incêndios aumentaram 82% no Brasil em relação ao mesmo período de 2018.
Na segunda-feira (19), diversas cidades do país viram o dia se tornar noite. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno foi provocado por fumaça vinda de incêndios na região amazônica que se encontrou com nuvens de uma frente fria.
Segundo o Climatempo, a fumaça proveniente de queimadas na região amazônica, nos estados do Acre e Rondônia e até da Bolívia, chegou a São Paulo pela ação dos ventos. A fumaça das queimadas elimina substâncias tóxicas no ar, prejudiciais à saúde.
Os líderes mundiais pressionam o Brasil e pedem uma solução para conter os incêndios e a França está se opondo ao acordo Brasil-União Europeia.
Empreendedorismo na escola

Por Jaciara Cruz
O debate sobre o desenvolvimento de competências empreendedoras para a formação dos jovens brasileiros pode ser uma das principais contribuições a ser dada para melhorar a educação no Brasil.
A introdução dessas competências no conteúdo do ensino médio não visa formar uma geração de empresários de 16 anos, mas sim formar indivíduos que sejam proativos e criativos, capazes de criar suas oportunidades, seja em um projeto próprio, no emprego ou na vida pessoal.
Despertar a capacidade de realização não apenas empodera o aluno, mas também faz com que ele valorize mais o aprendizado e o conhecimento em si. Qual escola não desejaria mais alunos assim? Qual sociedade não desejaria mais indivíduos assim?
Já existem ações nas escolas que promovem o empreendedorismo. Iniciativas como grêmio, feira de ciências, projetos, e outras atividades desenvolvidas por professores que colocam em foco o protagonismo do aluno.
Valores do empreendedorismo
Disciplina: Aplicar rotinas e entender o quanto é preciso se empenhar para conseguir o objetivo.
Persistência: Aprender que nem sempre as coisas vão dar certo e é preciso continuar insistindo.
Negociação: A outra parte nem sempre vai concordar com o que é proposto e é preciso achar um meio termo.
Respeito: Antes de mais nada, deve haver o respeito pelas pessoas mesmo que elas sejam diferentes ou pensem diferentes.
Propósito: Por que fazer isso? Qual é o objetivo final das coisas? Por que vale a pena colocar empenho?
Troca: Sempre deve haver um equilíbrio nas relações e nas negociações. É preciso aprender a oferecer algo em troca para poder receber algo.
Criatividade: Pensar diferente é necessário quando todos querem pensar igual.
As crianças podem aprender muito com os valores do empreendedorismo e aprendendo desde cedo elas vão carregar esses valores para o resto de suas vidas. As crianças de hoje serão os adultos de amanhã.
Valores do empreendedorismo
Disciplina: Aplicar rotinas e entender o quanto é preciso se empenhar para conseguir o objetivo.
Persistência: Aprender que nem sempre as coisas vão dar certo e é preciso continuar insistindo.
Negociação: A outra parte nem sempre vai concordar com o que é proposto e é preciso achar um meio termo.
Respeito: Antes de mais nada, deve haver o respeito pelas pessoas mesmo que elas sejam diferentes ou pensem diferentes.
Propósito: Por que fazer isso? Qual é o objetivo final das coisas? Por que vale a pena colocar empenho?
Troca: Sempre deve haver um equilíbrio nas relações e nas negociações. É preciso aprender a oferecer algo em troca para poder receber algo.
Criatividade: Pensar diferente é necessário quando todos querem pensar igual.
As crianças podem aprender muito com os valores do empreendedorismo e aprendendo desde cedo elas vão carregar esses valores para o resto de suas vidas. As crianças de hoje serão os adultos de amanhã.
Empreender é o caminho para gerar renda
Por Por Rê Campbell/ Fotos: Demetrio Koch e Divulgação/ Ilustração: Edi Edson
A infância e boa parte da juventude de Sueli Benvenuto, de 34 anos, foram marcadas por dificuldades financeiras. Quando seus pais se separaram, a mãe dela assumiu a responsabilidade de sustentar os sete filhos. “Minha mãe era empregada doméstica, nós não tínhamos muitas condições”, lembra. Para ajudar a compor a renda familiar, Sueli começou a trabalhar aos 13 anos. “Cuidei de crianças e entreguei panfletos na rua.”
Já adulta, ela atuou no setor de vendas em diferentes empresas. “Minha sede de crescer era tão grande que eu era promovida em poucos meses. Fui coordenadora, gerente e supervisora.” Na época, ela conciliava o trabalho com a faculdade de administração. “Saía de casa às cinco da manhã e só voltava depois da meia-noite. Era cansativo e meu dinheiro era quase todo usado para pagar os estudos. Eu ficava revoltada com a situação”, relata.
Ideia de negócio
Perto do fim da faculdade, Sueli trabalhou como consultora executiva em uma empresa de tradução. “Eu conseguia grandes vendas, mas a dona me tratava mal e eu ganhava pouco. Mudei de empresa, mas o ambiente também era ruim”, explica. Ela revela que chegou a pensar em abrir a própria empresa de tradução. Entretanto faltava coragem e dinheiro. Após mais um ano, Sueli foi contratada por uma empresa multinacional. “Acreditei que finalmente minha vida mudaria, mas minha função era trocar toner de impressora”, detalha.
Atitude
O salário baixo e a pouca perspectiva de crescimento profissional levaram Sueli a buscar uma alternativa. “Eu tinha que tomar uma atitude. Conversei com Deus e decidi abrir minha empresa de tradução na sala de casa”, diz. Ela admite que o início foi difícil.
Entre os desafios estavam atrair clientes e encontrar bons tradutores em diversos idiomas. “Entrei na área anunciando que traduzia para 32 idiomas, mas como encontrar tantos tradutores? Eu não tinha uma boa equipe e os trabalhos voltavam com erros”, conta. A experiência prévia na área não foi suficiente para garantir contratos. “Eu não sabia desenvolver projetos. Também tive que ser muito persistente para prospectar clientes. Eu ligava, marcava reuniões, mas recebia muitos ‘nãos’.”
Para garantir a qualidade dos trabalhos de tradução, Sueli explica que passou a cadastrar os tradutores bem avaliados. “Priorizei um bom tratamento e desenvolvi um relacionamento mais próximo com eles. Eu não podia pagar muito, mas oferecia uma demanda constante de trabalho e nunca atrasei os pagamentos”, lembra. Ela avalia que a estratégia de oferecer boas traduções em diversos idiomas, respeitando prazos de entrega e de pagamento, garantiu o crescimento da empresa de tradução.
Opção de renda
Assim como Sueli, cada vez mais brasileiros estão trilhando o caminho do empreendedorismo. Só em 2017, o Brasil registrou a abertura de 2.202.622 milhões de empreendimentos, um aumento de 11,4% em relação a 2016, de acordo com a Serasa Experian. Esse é o maior número já registrado desde que o indicador começou a ser medido, em 2010.
Entretanto 78,7% das novas empresas são de microempreendedores individuais (MEI), ou seja, uma pessoa que trabalha por conta própria e se formalizou. Segundo a Serasa Experian, a pesquisa indica o aumento do “empreendedorismo por necessidade”, situação em que a falta de empregos formais leva pessoas desempregadas a abrir um negócio para gerar renda.
Os últimos dados sobre desemprego confirmam a situação complicada da economia. A taxa de desemprego ficou em 12,6% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano, uma alta de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em novembro de 2017. Hoje, o País tem 13,1 milhões de desempregados, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada no fim de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Desafios
O cenário atual impõe atenção redobrada para quem quer abrir uma empresa, como alerta Alexandre Miserani, coordenador e professor de Administração e cursos tecnológicos da Faculdade Arnaldo, de Belo Horizonte (MG). “O problema de abrir uma empresa por necessidade é a falta de preparo. No empreendedorismo, deve-se entender sobre o negócio, observar a concorrência, a localização, entender o cliente, saber se o produto é aceito, buscar inovação. A pessoa precisa ser muito proativa, pois empreender exige esforço diário e o dinheiro não vem rapidamente”, avalia.
Apesar das dificuldades, Miserani lembra que é possível superar os obstáculos com perseverança e planejamento. “A pessoa precisa se dispor a buscar informações, colocar as ideias no papel, fazer contas. É possível buscar ajuda na internet, em livros e palestras. O empreendedor precisa avaliar o mercado, conhecer as novidades, saber como estão os concorrentes”, ensina. Para ele, investir no bom relacionamento com o cliente é um diferencial. “As relações estão muito frias e as pessoas querem ser lembradas. O cliente gosta de atenção e até paga mais caro quando alguém se importa com ele”, esclarece.
A consultora de carreiras Juliany Medeiros explica que desenvolver um olhar empreendedor é importante para quem deseja abrir um negócio. Para isso, ela diz que o primeiro passo é avaliar as próprias motivações e habilidades. “A pessoa deve observar o que a motiva a agir, o que a inspira. Também é importante saber aonde quer chegar, qual é seu objetivo”, afirma ela, que é CEO da HunterBe Soluções Empresariais 360º.
Juliany também destaca a importância de fortalecer a rede de contatos. “É importante buscar um mentor, exemplos de pessoas bem-sucedidas e observar o caminho delas. Outro ponto é ficar atento ao modo como alimentamos nossa mente, o que lemos, o círculo de pessoas que convivemos, os eventos que participamos. Eles ajudam seu desenvolvimento ou te colocam para baixo?”, questiona.
Oportunidade
Formado em Administração, Daniel Franco Castro, de 28 anos, trabalhava em uma empresa multinacional quando identificou uma oportunidade. “Minha mãe costumava levar para casa bolos inteiros. O produto era gostoso e o valor era baixo, aquilo me deixou curioso. Um dia, fui conhecer a loja”, recorda. Ele ficou interessado no negócio e buscou mais informações. “Pesquisei franquias e marquei uma reunião com os donos de uma empresa que estava começando. Depois, fiz as contas, vi que o investimento não era tão alto e que o retorno seria razoável até nos piores cenários.”
Na época, ele tinha uma carreira profissional promissora, mas decidiu arriscar e investir suas economias. Daniel convidou o irmão para ser seu sócio. “Um dos desafios foi ter coragem para sair do emprego. Fiz um planejamento para viver com o dinheiro que eu tinha poupado até os primeiros meses depois da abertura da loja de bolos”, lembra.
Ele e o irmão usaram a experiência dos antigos empregos e os ensinamentos da faculdade de administração para fazer uma pesquisa de mercado, encontrar o ponto mais adequado, traçar metas e planejar as operações do dia a dia da empresa. Entretanto Daniel admite que eles cometeram erros. “Tomamos algumas decisões com base na emoção, nos sentimentos. Um exemplo foi a contratação de funcionários sem observar o perfil necessário. Hoje, conhecemos as características das vagas e treinamos a equipe. Outro desafio foi encontrar fornecedores e aprender a gerir o estoque”, conta.
Daniel explica que eles investiram na qualidade do produto, no preço acessível e no bom atendimento para encantar a clientela. Ele mesmo chegou a fazer bolos. No início, os irmãos eram os responsáveis pelo atendimento no balcão. Assim, eles conversavam com os clientes para obter opiniões sobre o produto. A estratégia de divulgação da loja foi criativa. “Distribuímos bolos em salões de beleza, bancos e outros lugares que tinham potencial para gerar publicidade boca a boca. Também entregamos panfletos e fizemos degustações de bolos na loja”, revela. Em três meses, a empresa já atingiu as metas traçadas pelos irmãos. Em seis meses, eles abriram a segunda loja.
Hoje, após cinco anos, os sócios têm cinco lojas e 30 funcionários. Em breve, eles vão inaugurar a sexta unidade. “Temos uma estrutura maior, mas não perdemos a essência do negócio, a qualidade e o bom atendimento. Para empreender, é fundamental ter coragem, analisar a ideia e planejar para ver se o negócio cabe no bolso e como você vai executar os passos. Também é importante olhar novas oportunidades dentro do negócio. Nós descobrimos uma brecha e hoje temos linha de entrega de bolos para hotéis e bufês”, ensina ele, acrescentando que eles também têm uma franquia de sorvetes.
Fonte: universal.org
O 'Bacurau' chegou na terra do seu próprio cinema.
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| Governadora Fátima Bezerra com a atriz Sônia Braga - Fotos: Elisa Elsie |
Após rodar em diversas salas com sessões de pré-estreia e ser o 2º filme brasileiro na história a levar o prêmio do Júri no Festival de Cannes, o longa metragem retornou ao seu local de origem no povoado Barra onde foi gravado, a 24km de Parelhas. A pré-estreia especial, realizada na noite desta quinta-feira (22), foi viabilizada pelo Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Turismo (Setur/Emprotur), com o apoio da Fundação José Augusto (FJA), IFRN, Cinemateca Potiguar, Prefeitura de Parelhas e produção da Vitrine Filmes.
"Essa exibição foi um ato de sensibilidade de todos os envolvidos. Eles tomaram a decisão de querer que a comunidade da Barra, os mais de 400 figurantes que participaram e todos da região tenham a oportunidade de ver aqui ao vivo e a cores o resultado daquilo que eles acolheram e ajudaram a construir: um cinema que traz a beleza da arte da cultura, que dialoga com a realidade. Esse filme mexe com todos nós porque fala da vida como ela é. Traz mensagens fortes de esperança, de não desistirmos da nossa luta por um país digno. É um orgulho ver esse voo sem fim que o filme Bacurau ergue. É muito orgulho de ver o audiovisual brasileiro. De nós da Paraíba, do Rio Grande do Norte, do Nordeste do Brasil. A estrela desta noite são vocês, povo de Barra”, destacou a governadora Fátima Bezerra durante a abertura da exibição que contou com apresentação de músicos da região.
Fonte: Assis Silva
sábado, 24 de agosto de 2019
Conversa com João (24.08.2019)
No programa "Conversa com João" deste sábado 24/08/2019 falamos a respeito do trabalho voluntário, os telespectadores participaram com três perguntas apresentadas durante a live. 1. Você é ou já foi voluntário? 2. Qual a importância do trabalho voluntário? 3. Você seria voluntário? Se sim, por quê?
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
Cinco mulheres e um homem são mortos em chacina na cidade de Touros, RN
Cinco mulheres e um homem, quase todos da mesma família, foram mortos a tiros na noite desta quarta-feira (21) na cidade de Touros, no litoral Norte potiguar. Entre as vítimas, que estavam em duas casas vizinhas, estão duas adolescentes: uma de 13 e outra de 15 anos. Pelo menos 10 crianças estavam nos imóveis, mas não foram feridas. Ninguém foi preso.
Segundo a Polícia Militar, pelo menos quatro pessoas armadas de espingardas e pistolas participaram da chacina. Os bandidos chegaram em dois carros. Cada um parou na frente de uma casa, que tiveram os portões arrombados.
A PM foi chamada logo após os disparos. Buscas ainda foram feitas pela região, mas nenhum suspeito foi encontrado.
As vítimas foram identificadas como:
F. A. M. 54 anos;
M. M. C. 29 anos;
A. S. C. 26 anos;
M. A. M. C. 15 anos;
E. K. M. S. 13 anos;
Um homem ainda não identificado oficialmente.
Um homem ainda não identificado oficialmente.
Das mulheres que foram assassinadas, a mais velha é F. A. M. A mãe de M. M. C. e de M. A. M. C. Que também foram mortas. E. K. M. S. é filha de M. e neta de F.
Nas duas casas, segundo a polícia, havia pelo menos 10 crianças. As menores são dois bebês de 3 e 5 meses de vida. O mais velho tem 11 anos. Algumas delas brincavam na área de uma das casas quando os criminosos chegaram.
Os assassinos pouparam as crianças, que fugiram com medo. O Conselho Tutelar da cidade foi chamado pela polícia para fazer o acolhimento delas.
Capsulas de munições de grosso calibre e de pistola foram recolhidas durante a perícia. Ficou constatado que Francisca, além ter sido atingida por disparos, ainda chegou a ser esfaqueada.
A Polícia Civil de Touros trabalha para descobrir o que motivou as mortes.
Fonte: G1
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