domingo, 11 de outubro de 2015

Greve dos bancos tem gerado transtorno na vida dos usuários

Nesta Terça 06/10 foi possível perceber em frente aos bancos anúncio de greve, uma péssima notícia para os clientes dos principais bancos do país. Vale salientar que os bancários reivindicam um reajuste salarial de 16% com piso de R$ 3.299,66. Nesse sentido, percebe-se que os usuários tem passado momentos de pura dor de cabeça, mediante a essa greve. Para o comércio local de Touros, o sofrimento é bastante abusivo, vale frisar que os brasileiros tem padecido com essa crise, depois de uma greve interminável do INSS, os bancos acharam pouco o momento em que o país se encontra e praticamente paralisa toda a movimentação financeira do Brasil, tendo em vista que os bancos lucram abusivamente através dos seus consumidores. Nessa ótica podemos explicar claramente como os comerciantes de Touros tem padecido com essa greve, primeiramente para quem tem uma conta recheada não tem sofrido dano algum, pois, paga tudo no caixa eletrônico, porém quem não tem precisa pagar as contas de fornecedores dentro do banco, principalmente quando o valor é acima de mil reais. Caro leitor, existem empresas que estão cobrando juros, caso o cliente não consiga pagar em dia, fiquem alerta e acionem o PROCON de Natal, isso é crime contra o consumidor, em Fortaleza os consumidores que forem prejudicados durante a greve contarão com atendimento prioritário na sede do Procon.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Universal promove consagração de pastores

Um momento mais que especial, nesta quarta 07/10 aconteceu uma consagração de vários pastores na Catedral, localizada na Av. Salgado Filho, Lagoa Nova, Natal, RN, daqueles que realizam trabalho na IURD no estado, inclusive dois deles passaram em Touros, o Pr. Fabiano e o Pr. Elivaldo e o Pr. Marcos César está à frente do trabalho em Touros. Para João Nelo foi uma honra aceitar o convite para juntamente com minha esposa Renata e meus amigos da fé poder participar deste momento tão especial na vida dessas pessoas que cuidam e salvam vidas e principalmente poder rever pessoas que tanto abençoou esta cidade com suas orações.
























terça-feira, 6 de outubro de 2015

Resultado da eleição do Conselho Tutelar de Touros

Em Touros, como nos demais municípios brasileiros, realizou-se, neste domingo, 04 de outubro, eleição para o Conselho Tutelar. Os brasileiros foram às urnas eleger 30 mil novos conselheiros tutelares, responsáveis por proteger crianças e adolescentes vítimas de qualquer tipo de violência. Em Touros, cinco foram eleitos. As 17h40 foi divulgado o resultado da eleição para Conselho Tutelar no Município de Touros, que deverão assumir o referido cargo no período de 2016 à 2020, a partir de 1º janeiro. Resultado por votos: Miguel Joaquim: 1.179, Paulinho do Geral: 947, João Nelo 730, Alzenir: 700 e Mônica 666. Vale salientar que compareceram 1.700 pessoas de mais de 20.000 eleitores do município, infelizmente um número muito pequeno comparando com o total geral de eleitor em Touros.
Para João Nelo “É com imensa satisfação que eu agradeço a cada voto a mim confiado, foram 30 dias de caminhada, iniciando em 30/08 e concluindo em 30/09, é minha segunda eleição, a primeira eu não ganhei, tirei 525 votos. Nesta eleição eu conseguir 730 votos, ficando em 3º lugar, obrigado a todos pela confiança, farei de tudo para deixar um bom legado aos tourenses”.

 Foto: os 10 candidatos com o promotor
Foto: os 5 conselheiros eleitos com o promotor
Foto: Dione Nascimento
Paulinho do Geral, Miguel Joaquim, Alzenir, João Nelo e Mônica

Fonte: touros1501.com/blog de Dione Nascimento


sábado, 3 de outubro de 2015

Touros no programa resenhas do RN

Publicado em: 02/10/2015 - Por Dione Nascimento



Neste dia 03/10, as 8h00, a Inter TV esteve através do Programa Resenhas do RN no município de Touros. Vale salientar que foram destaque as suas principais belezas naturais, cultura e figuras históricas, entre elas Luiz Florêncio de Oliveira “Brisa” e o professor Gaspar França.

Como eram visto as brincadeiras antigamente

O brinquedo sempre faz lembrar um tempo e uma história situados em um contexto especial, histórico e cultural. Durante a década de 1960 – 1990, o brincar foi visto apenas como uma recreação ou um momento em que momento em que se livrariam as crianças das preocupações do mundo adulto. Antigamente não era preciso muita coisa para as crianças brincarem, bastava uma corda, uma bola um peão, cinco pedrinhas, dois metros de elásticas, bolas de gude, alguns meninos também faziam seus fantásticos carrinhos de rolimãs e suas pipas voadoras. Se não tivesse um giz; um pedaço de gesso ou um caco de telha eram suficientes para que imediatamente, surgisse uma amarelinha. E quem lembra das brincadeiras de garrafão, bandeirinhas, anel, tica-tica, licença meu bom barquinho, as cantigas de roda e a ousada tô no poço. 
Seja no interior ou na capital na zona rural ou urbana, um estudo da ludicidade infantil e de suas possibilidades sempre está ligado a um conteúdo especial e cultural específicos, os quais dão os ingredientes e temperos para a explosão de riqueza e diversidade do mundo das brincadeiras e dos brinquedos infantis.
Essas brincadeiras viabilizavam momentos de trocas afetivas. As crianças ficavam muito tempo juntas aprendiam a olhar nos olhos, a fazer comparações e escolhas, abraçar a dividir seus medos e angústias, a se desentender e depois fazer as pazes a respeitar, a ouvir e aceitar o outro, a expressar seus sentimentos. Aprenderam que podiam ser felizes.
Não quero afirmar que as brincadeiras de antigamente, eram um elixir do equilíbrio do corpo e da mente. As crianças daquele tempo se tornaram adultos fortes, seguros, bem resolvidos... Quero somente sublinhar uma época na qual as coisas pareciam. Ser mais simples e a alegria mais presente.
Considerando a criança a partir da sua dimensão cultural e entendendo a brincadeira como o lugar em que a criança traduz e recria as imagens daquilo que ela vive a parti das suas interações com o mundo.

Brongére (2001.p. 07-98) afirma que:
A brincadeira humana supõe um contexto social e cultural. É preciso efetivamente romper com o mito da brincadeira natural. A criança está inserida, desde o seu nascimento, num contexto social e seus comportamentos estão impregnados por essa imersão inevitável. Não existe na criança uma brincadeira natural. A brincadeira é um processo de relações interindividuais, portanto, de cultura. É preciso partir dos elementos que ela vai encontrar em seu ambiente imediato, em parte estruturado por seu meio para se adaptar ás suas capacidades. A brincadeira pressupõe uma aprendizagem social: aprende-se a brincadeira. A brincadeira não é inata. A brincadeira pequena é iniciada na brincadeira por pessoas que cuidam dela.

Se, por um lado, é importante a presença de uma pessoa mais experiente para colocar a criança em contato com a cultura. Por o outro lado, é fundamental que também possamos perceber a criança como um ser que produz cultura.
Ressaltando ainda que essas brincadeiras promoviam aquisições, cognitivas e sócio-afetivas de grande importância. É com esse pensamento que o romantismo considerava que a criança é um é ser frágil e rico em pureza, e, dessa forma, a brincadeira passa ter o papel de resgatar a inocência infantil. No entanto, a natureza desse pequeno ser, não era prioridade e a sua espontaneidade era ignorada, pois não era concedida uma singularidade, ou seja, não se respeitava os aspectos particulares dessa fase em que se fundamento a base da educação humana, principalmente da criança.
Segundo Wajskop ( 199, p.19):

[...] é apenas com a ruptura do pensamento romântico que a valorização da brincadeira ganha espaço na educação das crianças pequenas.  Anteriormente, a brincadeira era geralmente considerada como fuga ou recreação, e a imagem social  da infância não permitia a aceitação de um comportamento infantil, espontâneo, que pudesse significar algum valor em si.

Vale ressaltar que até pouco tempo as brincadeiras no espaço escolar eram vistas como um método de cumprir a carga horária. Os mediadores não planejavam suas aulas, colocavam as crianças da Educação Infantil para brincar ao colocar elas para brincar, ao colocar elas para brincarem tinha a preocupação apenas de observar não compreendendo a importância dessa observação nessa atividade para criança.
Ressaltando ainda a grande importância das brincadeiras de antigamente como: nas brincadeiras de roda ficavam todos em sintonia,  de mãos dadas girando no mesmo sentido, cantando a mesma canção, numa harmonia plena. Naquele momento mágico, eram fortes e seguros, uma verdadeira equipe.
Quando brincavam de esconde-esconde, aquele que estava escondido se percebia através do outro. Permaneciam diretamente ligados. Naquele momento um não existia sem o outro. Aqueles que estavam escondidos precisavam ser sutis, tolerantes e avaliar qual a hora as adequada para agir.
E também cobra-cega, essa brincadeira era muito comum em Portugal e Espanha de onde foi trazida para o continente americano. Experimentava-se uma entrega absoluta, um contato com o próprio interior, uma intensa confiança e a certeza de que apesar de estar só, na escuridão, estavam todos por perto, bem pertinho mesmo.
Brincar de daminha da calçada era experimentar invadir o espaço alheio, todos sabiam quem também que, ele não queria que ninguém a pisasse. Mas o desejo inocentemente transgredia a vontade do outro, era emocionante.
Na brincadeira de licença meu bom barquinho, era preciso formar uma fila, que caminhava contando e a cada volta passava pelo portal, feito por dois componentes, assim: um de frente para o outro com as mãos dadas e os braços esticando para cima formando um arco. Eles encabeçavam dois grupos, cada um representava uma gruta.
E a fantástica brincadeira de bandeirinha. Era necessário que os componentes de uma equipe resgatassem a bandeirinha, que estava colocada no território dos adversários, sem serem tocados por eles. Conseguir isso era uma grande conquista.
Colocar uma pipa no ar era viver a realidade e a imaginação ligadas por um fio. Os pés no chão controlando os movimentos, a bola de gude, exigia um foco, concentração e é claro um pouco de sorte. Os poderosas ‘’tecas’’, atropelavam as bilocas comuns.  E o barulho que faziam ao se encontrarem, anunciava que o alvo foi atingido.
E pular de elástico? Seguindo as etapas estabelecidas, vencendo os desafios, ultrapassando os limites. Era o corpo em movimento, tendo o elástico  como um obstáculo que, as vezes não poderia ser tocado e em outros momentos se entrelaçava ao corpo, numa coreografia harmônica. 
O Bambolê foi criado no Egito a três mil anos. Naquela época, era feita com fios. As crianças egípcias imitavam com os Bambolês os artistas que dançavam com aros em torno do corpo. O bambolê de plástico colorido surgiu nos estados unidos em 1958. Ele envolvia e girava, girava... Num movimento coordenado, continuo e sensual.
E jogar amarelinha? Um espaço delimitado, riscado no chão, onde a regra era simples e clara. Esse espaço inteiro deveria ser pisado, explorada, mas suas linhas eram intocáveis. Era preciso ter equilíbrio  dinâmico e estático. Era imprescindível ter limite, concentração e destreza.
Brincar de cinco marias era facilmente, sendo preciosas somente cinco pedrinhas. Que eram manipuladas com movimentos graciosos era como se dançassem livres - hora ouviam, hora lançadas ao chão; seguindo uma coreografia bem definida, bem marcada.
Quando se brinca de anel se experimentava o toque do outro através das mãos. Era um toque suave.
Desse modo, de ressaltar que  desde a antiguidade o brinquedo existe como uma forma de distração e alegria, sem chaves necessariamente a preocupação de compreender a sua importância para o desenvolvimento humano.
O dicionário Aurélio conceitua a palavra: brinquedos como sendo objetivos para as crianças brincarem, ou ainda, como jogam de criança, brincadeira, o brinquedo é inerente à criança. O brincar, portanto, se caracteriza como umas mesclas entre as apropriações culturais e a possibilidades de expressão da criança frutam de sua forma particular de pensar e de interagir com o mundo.
Assim, donas de uma grande imaginação as crianças utilizam os brinquedos e constrói um universo no qual predominam o animismo, a magia, a alegria, a imaginação risonha da infância.

Destaca-se o pensamento kishimoto, quando é destacado que:

O brinquedo coloca a criança na presença de reproduções: tudo o que existe no cotidiano, a natureza e as construções humanas Pode-se dizer que um dos objetivos do brinquedo é da á criança um substituto dos objetos reais, para que possa manipula-los. (Kishimoto, 2008 p.18).

Vale salientar que a sociedade hoje tem olhar diferenciado em relação às brincadeiras em sua pratica, apesar de encontramos muitas barreiras na introdução das brincadeiras como método de ensino aprendizagem nos dias atuais, quando fala em brincadeiras na educação infantil percebe-se que os educadores aos poucos incluindo em seu planejamento pedagógico o brincar em sua rotina.
Nesse sentido pode-se perceber a importância de se trabalhar o brincar na Educação Infantil, pois ele tende a proporcionar a criança um desenvolvimento espontâneo, uma aprendizagem prazerosa, que construa conhecimento da mesma.       

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Casas prontas para morar é na CFA

A CFA continua construindo condomínios e casas individuais de 3 quartos. Lembrando que praticamente todas as casas estão prontas para morar, algumas casas estão em andamento e outras estão em construção, com ruas pavimentadas, acesso a internet, um ambiente tranquilo e moderno, com todo conforto, essas construções está à 500 metros do mar. Interessados procurar a corretora Edineuza Lima pelos contatos: 84 99424-4437/99985-0979/98137-7448.








domingo, 27 de setembro de 2015

Turma de Pedagogia realiza trilha ecológica em Carnaubinha

Neste Domingo 27/09 foi realizado uma trilha ecológica na comunidade de Carnaubinha, vale salientar que ao retornar da trilha, aconteceu várias atividades físicas no "Buraco da Tainha", foi um encerramento nota mil, para fins de encerramento da disciplina Educação Física com o professor Mozinho.