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quarta-feira, 3 de outubro de 2018
Municípios confirmados para o II Seminário do Litoral Norte Potiguar
Este seminário acontecerá na cidade de Touros-RN nos dias 18,19, 20 e 21 de outubro, em sua segunda edição, tem como tema: Cadê o Conselho Tutelar? Com o objetivo de esclarecer as atribuições criadas pela sociedade ao Conselho Tutelar, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, além de promover um espaço reflexivo de debates acerca de algumas abordagens, como: o conselho tutelar não faz nada! Indisciplina e ato infracional no ambiente escolar; o Conselho Tutelar e a fiscalização de bares, festas e eventos; acolhimento institucional, Trabalhando em rede para garantir os direitos da criança e do adolescente, atendimento a vítima de violência no ambiente hospitalar; Orçamento Público: saber e agir para buscar caminhos para a captação de recursos na Gestão Pública; a responsabilidade civil e criminal do servidor público e do cidadão em face do conhecimento de violação de direito e os 28 anos do ECA: o que mudou?
Municípios confirmados:
Entre no Portal e garanta a sua inscrição: http://portaldosctsdorn.blogspot.com/
Vem você também!!!!
Vai ser imperdível!!!
Uma parceria do Seminário do Litoral Norte Potiguar com o Consec/RN, COMDICA/TOUROS, CT TOUROS, Prefeitura Municiapal de Touros e o Diálogo Interestadual do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes e Redes de Atendimento
Realização
Atitudes do bem
Cuidar do meio ambiente é um dever não só do município, do estado ou do país, é um compromisso que cada um de nós precisamos assumir diariamente. Em Touros destacamos o trabalho desenvolvido no Largo de Nossa Senhora pelo morador Oberto, o mesmo iniciou um trabalho de conscientização no bairro, com placas informativas e lixeiras confeccionadas de pneus.
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Professora do Tabelião Júlio Maria e ex-freira conta história de romance que virou noivado com noviço que queria ser padre
No 'Quem Quer Ser Um Milionário', Ozana Alves revela que ela e o noivo Gilson Feijão renunciaram à profissão religiosa para ficarem juntos
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Ex-freira conta história de romance que virou noivado com noviço que queria ser padre .
No Quem Quer Ser Um Milionário deste sábado, 29/9, Luciano Huck perguntou à participante Ozana Alves por que ela decidiu encarar o desafio do Caldeirão. E, então, recebeu uma resposta inesperada: "Por muitos objetivos que tenho na vida. Sou ex-freira, casada com um ex-noviço que estava se preparando para ser padre".
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Ozana, então, explicou que foi ao Caldeirão porque sonha em casar com o namorado, Gilson Feijão, o tal ex-noviço. Eles moram juntos desde 2014. "Há 10 anos nos conhecemos. É isto que me traz até aqui: estou ainda em união estável e quero casar", explica Ozana.
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Os dois, acredite se quiser, se conheceram no convento. A Ozana já tinha feito o postulantado, início do caminho para virar freira. Teve experiências em Fortaleza (CE), Campina Grande (PB) e até na Colômbia, onde começou o noviciado, etapa seguinte do processo.
"Quando voltei da Colômbia conheci meu esposo, o noviço rebelde. Ainda no noviciado ele falou que estava apaixonado por mim. Fiquei sem ação. Falei: 'não podemos, estamos no processo para sermos religiosos, não tem como dar certo'. Mas aí eu também não sentia nada até então".
Só que algo mudou pouco depois, como a própria Ozana conta: "Fiz meus primeiros votos e fui enviada para uma casa religiosa numa cidade próxima à minha. Quando cheguei não tinha mais contato pessoal com ele. Senti falta e descobri que estava apaixonada".
Se passaram seis meses até que ela tomasse uma decisão final! "Primeiro, ele renunciou (à vida religiosa). Eu tinha que ter segurança de que ele realmente queria ficar comigo, então eu disse 'você sai primeiro'. Aí, ele saiu. Eu não tinha como voltar atrás, saí também".
Ah, que lindo! Final feliz, então, certo? Ainda não, gente. Eles ficaram quatro anos distantes até irem morar juntos no Rio Grande do Norte. "Ele foi embora pra Manaus. A gente não teve nenhum contato, era tudo à distância. Durante esses quatro anos eu fui a Manaus, passei uns 15 dias umas duas vezes. Quando ele veio na minha casa, me pediu em casamento, colocou a aliança no meu dedo, foi falar com minha mãe e meu pai. Hoje, a gente mora junto".
Atualmente, Ozana Alves é professora de espanhol na Escola Estadual Tabelião Júlio Maria, na cidade de Touros, e seu noivo Gilson Feijão trabalha na prefeitura de Natal (RN). Os dois ainda são religiosos e frequentam missas na igreja. No meio desse final feliz, só falta mesmo o casamento.
Com certeza os R$ 30 mil que a Ozana levou no Quem Quer Ser Um Milionário podem ajudar, não é? No fim das contas, depois dessa história toda, só podemos concordar com o nosso apresentador Luciano Huck: "É um roteiro de um filme!".
Fonte: Por Gshow — Rio de Janeiro
Alerta: o grande problema das crianças na internet sem supervisão
A cena se repete em quase todos os lares – e diariamente -, onde vivem crianças e adolescentes: eles mal chegam da escola, ou trocam de roupa, e logo se voltam para seus smartphones. Ligar a televisão para assistir a algum programa é quase uma raridade nessa rotina.
E essa mesma cena perdura o resto do dia, durante a noite e, quase sempre, os pais não conseguem – ou não sabem como – supervisionar o que essas crianças e jovens tanto fazem conectadas na internet, assistindo a vídeos, acessando as redes sociais, entrando em grupos, baixando aplicativos, envolvidas completamente no mundo virtual.
É exatamente nesse mundo virtual que queremos chegar: onde seu filho está provavelmente agora.
Muitos pais acreditam que ao tê-los fisicamente por perto, dentro de casa, protegidos da maldade humana dos grandes centros urbanos – repletos de violência, assaltos e tudo o mais – ainda é melhor e mais seguro.
Em partes, não deixa de ser verdade, porém, o que muitos não sabem é que o perigo pode ter entrado em seus lares (facilmente) e esteja aí agora, bem pertinho dos seus filhos, enquanto você prepara o almoço deles. Isso mesmo: você na cozinha e, talvez, eles no quarto ou na sala.
Jogos malignos
Dentre os inúmeros perigos, um em especial circulou na internet há alguns meses. Uma espécie de jogo nas redes sociais reacendeu o debate de crianças, sem supervisão, na web.
Trata-se do desafio da boneca Momo – mesmo não tendo ficado muito claro o quão disseminado esse jogo foi no Brasil – acredita-se ter sido ele o responsável por levar um menino de 9 anos a se enforcar no Recife, capital de Pernambuco.
À polícia do estado, a mãe do garoto teria dito que ele estava participando de um jogo quando foi encontrado sufocado em uma árvore.
Esse desafio teria começado em um grupo do Facebook que informava um número de telefone desconhecido para os participantes entrarem em contato. As crianças e os adolescentes são induzidos a passarem informações pessoais e participarem de desafios de sufocamento e enforcamento.
Depois desse triste caso, escolas de vários estados se mobilizaram para avisar os pais a respeito da ameaça, que nada mais é do que apenas “mais uma”, porque – infelizmente – logo surgem e surgirão outras, e mais outras.
Necessidade de diálogo
Em entrevista ao Brasil Notícias, programa da Rede Aleluia – apresentado pelos jornalistas Ana Carolina Cury e Décio Caramigo -, a psicóloga Viviane Silva alertou que esse novo desafio reacendeu o debate sobre a segurança de crianças e adolescentes no mundo online e reforçou a necessidade de os pais terem um bom diálogo com os filhos.
“É muito importante os pais sempre prestarem atenção e observarem bem os seus filhos. Na minha época, os pais se preocupavam com a rua, a insegurança. Hoje em dia, a insegurança e o medo estão no quarto, na sala, dentro de casa, no condomínio, porque as crianças estão conectadas o tempo todo. E aí, nem todos os pais – pelo cansaço do dia a dia, de ter que educar, orientar – não se atentam ao que a criança está fazendo no aparelho celular”, alertou a profissional.
Além de se abrirem com o diálogo com os filhos, a advogada, pedagoga e presidente da comissão digital da OAB pelo estado de São Paulo, Cristina Sleiman, explica que os pais podem colocar filtros de acesso à internet e ficar de olho nos perfis e grupos que as crianças curtem nas redes sociais.
“Eu sou da premissa que a gente só vai conseguir realmente por meio da educação digital, ou seja, orientar nossos filhos enquanto pai, enquanto mãe, orientar os alunos enquanto professor, educador, mostrando quais são os riscos”, adverte.
Uma outra questão é o monitoramento, acrescenta a advogada. “Os pais têm o dever de zelar pela segurança dos seus filhos. E aqui fica uma dica: podem ser utilizados aplicativos de controle parental, sistemas que possibilitem o pai fazer um monitoramento daquilo que o filho faz na utilização do seu equipamento, do seu recurso tecnológico”.
Lembrando também que páginas de conteúdo impróprio podem ser denunciadas à polícia e à própria rede social que analisa o risco e podem até tirá-las do ar.
Fonte: universal.org
Eleições 2018: MPF emite recomendação para postos de combustíveis do RN

O objetivo é manter o controle da venda aos candidatos e impedir compra de voto em troca de combustíveis
O Ministério Público Federal (MPF) enviou uma recomendação aos postos de gasolina e ao Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Rio Grande do Norte (Sindipostos/RN). O objetivo é fiscalizar a venda de combustíveis para os candidatos que estão participando das Eleições 2018 e evitar, por exemplo, o uso da verba de campanha para compra de votos.
De acordo com a recomendação, todas as aquisições deverão ser formalizadas através de “contrato com o posto revendedor ou de venda com emissão de nota fiscal em que fique registrada a identificação do candidato, com o número do seu CNPJ de campanha e a referência do cheque de campanha utilizado para o seu pagamento”. O documento também alerta que esse processo não deve interferir no atendimento dos demais clientes, muito menos haver .
A Lei das Eleições (9.504/97) aponta que a distribuição gratuita e desmedida de bens ou valores (incluídos aí os combustíveis) em período eleitoral pode configurar crime de compra de votos (art. 299 do Código Eleitoral). A prática pode resultar também em representação por captação ilícita de sufrágio, podendo levar, inclusive, à cassação do registro ou do diploma do candidato envolvido e à aplicação de multa.
O cidadão que souber de irregularidades envolvendo qualquer conduta vedada no período eleitoral pode denunciar o caso através da Justiça Eleitoral, com o aplicativo Pardal, ou ao Ministério Público Eleitoral, pela Sala de Atendimento ao Cidadão.
Confira a recomendação na íntegra.
Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no RN
Fones: (84) 3232-3960 / 3901 / 9119-9675
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